Alguém em certo lugar falou que a chuva inspira e que os pingos no telhado são a voz da transformação.
Em tudo que se perde a reação é de falar e se as muitas águas me privam aldemenos a minha mente tem que sair.
Ela é livre a chuva não pode pará-la se eu for de corpo e alma na chuva o meu corpo sentirá frio, mas a minha alma não.
Não há mal que dure para sempre mas quem falou que a chuva é má? Os pingos no telhado são a voz da transformação e nesse quicado encontro respostas e assim como as águas descem para depois subir paro, penso, agora posso me molhar.
Já passada a eternidade também a eternidade da eternidade e assim como combinamos eu estarei lá no primeiro vagão.
Naquele dia o primeiro para você era o último para mim horas e horas de espera cada um em uma órbita até que todas as nossas chances chegaram ao fim.
O cedo despertar revela um querer o desencontrar uma ação à dois a ponta de um trem um adianto de uma saída e o reencontrar uma dádiva de Deus.
E eu sempre estarei lá no primeiro vagão... ...não foi o que combinamos?
A vigem segue, aquele trem que nos enganou está de castigo norte e sul, sul e norte e nós dois atados, longe, cada vez mais ao sul...
Mas a esfera, como a forte correnteza, tange diferente parece que tudo ajuda para que o sul acabe então asas da liberdade mostram outro caminho e eu pego essas asas.
Você finge que não vê acha que pode esquecer e que é capaz de suportar suporta tanto, tanto, tanto que não lembra que prometi que estarei sempre lá, no primeiro vagão.