domingo, 24 de abril de 2011

Malucão queima fios em frente a Telefônica em São Paulo

Quem nas grandes cidades nunca ficou sem telefone, luz ou internet por causa de um vandalismo? Só falta começarem a retirar os canos também...

Isso não justifica todos os momentos de falta desses serviços por parte das empresas que deles cuidam, no caso da Telefônica mesmo ainda tem muito o que melhorar, mas seguem os fatos:

Passando por esta movimentada avenida da Zona Norte de São Paulo, ví uma fumaça preta e não pude acreditar que fosse o que eu estava pensando. Resolvi conferir de perto e não era que o cidadão estava depurando fios de cobre sem nenhum constrangimento.

 

O mais irônico de tudo é que isso se passou em frente ao Centro Operacional da Telefônica, uma das vítimas em potencial dessa prática em São Paulo.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A Cidade Cinza

Faz tempo que fraguei esse momento, foi antes do SOPA DE LETRAS - ZN LOVERS - RE EDIÇÃO e não tinha vontade alguma de postar esse crime. Sim isso é crime de verdade não o que estavam fazendo esses artistas: http://graffitibrazil.wordpress.com/2011/04/12/11-grafiteiros-detidos-em-sp-devem-responder-por-crime-ambiental/.




É triste demais ver alguém usar o nosso dinheiro para nos oferecer "A Cidade Cinza". O cinza com todo o respeito à todas as cores não pode ser a cara de São Paulo. Já não bastasse o "Sê oh! Dois" (isso é uma outra história) oferecido pelos nossos veículos.



    (Amo esse graffiti)






Na mesma avenida da ZN, uma estação abaixo, após essa tragédia os artistas Locones, Minhau e Chivitz grafitaram algo que interte qualquer pessoa que passa e com certeza descontrai qualquer motorista preso a um trânsito. Um convite para sorrir.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Oficina de Graffiti

Nesse final de semana na Biblioteca do Estado:

Graffiti


A história do hip-hop por meio de uma de suas linguagens mais expressivas: o graffiti. Com o arte-educador e grafiteiro Otito (Família 2000).

Sábados, 9 e 16 de Abril das 11h às 14h
Domingos, 10 e 17 de Abril das 11h às 14h

Parque da Juventude, Av. Cruzeiro do Sul, 2630, Metrô Carandiru
Tel.: (11) 2089.0800







Sê forte e corajoso:


terça-feira, 22 de março de 2011

Mirante de Santana

Faz tempo que eu subo lá, não tanto quanto ela existe pois o funcionamento da Estação Climatológica data de 1943, nessa época como relatam moradores antigos do bairro de Santana não havia nem asfalto nas ruas.

Falando com os meteorologistas que acompanham o Mirante pude saber que as informações colhidas ali não são importantes somente para a cidade de S. Paulo, mas também para quem está a meia volta do globo em relação a esse lugar, ou seja, do outro lado do mundo. Na era da internet os dados colhidos ali se juntam com informações do Sul do país, do Norte, dos EUA, Europa, Polo Norte, Polo Sul... e através de dados globais temos as previsões, estatísticas e tomadas de decisões.

O nosso Mirante tem uma importância que vai além do que eu pensava, ele é visitado 3 vezes ao dia para leitura dos instrumentos, assim o observador tem a oportunidade de checar também as formações de nuvens e ver detalhes como luminosidade e aspectos externos, essa é a Leitura Convencional. Junto tem a Leitura Automática aonde os dados são enviados via satélite de forma contínua não tendo a interferência do homem.

É, quem nunca adiou uma viagem ou como eu pulou de alegria na contra mão da maioria ao saber de uma frente fria com previsão da altas ondas, ou ainda programou um churrascão para o final de semana previsto de sol sem nuvens por causa do trabalho de um "Homem ou Mulher do Tempo"?

No dia 23 de Março pode subir nos "mirantes" e dizer parabéns hoje é o seu dia.

Fica a dica para as escolas levarem ali os seus alunos, que entendendo como o homem observa o clima podem respeitar bem mais o meio ambiente.


End.: Rua Condessa Siciliano, 255 - São Paulo - SP - Tel.: (11)2971.2839
Como chegar: Google Maps

Go Domma!

O ano era 1987, Itamambuca lotada, Final Hit, entrando na água aquele que seria o campeão mundial daquele ano Damien Hardman vs Rob Page, uma final aussie na etapa do Circuito Mundial no Brasil.

Todos gritavam Damien, Damien, vai lá Damien, go Damien, quando um muleque em meio a tantas vozes grita: - Go Domma! O cara tava super centrado, caindo para fazer uma final e sem olhar nem para direita nem para esquerda e então o futuro campeão parou, olhou para trás, sorriu e fez um positivo com a mão.

Esse muleque era eu. Na adolescência sempre fui muito estrovertido (dá pra ver pelo vídeo), mas naquela hora eu travei. O cara era Top e em meio a tanto auê de apoio receber um joinha foi melhor do que 10 autógrafos.

Naquela época eu comia mídia especializada em especial o Jornal Staff que veio a se tornar o Jornal Now depois Inside Now...
Esses Jornais tinham feras como Fred d'Orey, Rosaldo Cavalcante, Carbone, Zobaram... por trás e acredito que pela frente e me traziam muita informação.
Não esqueço de uma matéria aonde um surfista, não lembro se profissional ou amador do Rio de Janeiro descia a lenha no sistema do surf competição. Terem publicado aquela revolta me passou muita credibilidade na época.

Voltando ao Domma, tempos antes de ir ao memorável Sundek Classic eu havia curtido uma matéria aonde o futuro campeão havia arrepiado em sua cidade natal North Narrabeen e a galera local fez uma faixa com essa frase "Go Domma", então foi o que gritei em meio a multidão.


Esse vídeo dos anos 80 na casa do brother Salada fala tudo. Eu e meus amigos ficamos muito fãns do Domma, da Sundek e de toda a vibração do Circuito Mundial o qual acompanho até hoje. Aloha.

terça-feira, 1 de março de 2011

SEM INFORMAÇÃO NÃO DÁ

Não dá mesmo. Quando passei por essa praça no Jardim São Paulo ví uma cena muito triste. Um CET descendo a caneta nos carros estacionados na praça que fica entre a R. Carlos Camargo Aranha e a R. Prof. Joaquim Osório de Azevedo próximo do metrô.

Me chamou a atenção o fato de não ter nenhuma placa de proibido estacionar no local.

Esperei o CET ir embora e comecei a tirar fotos. Um grupo de moradores conversava do outro lado, quando para minha surpresa sai um morador vizinho da praça e eu lhe pergunto: - Poxa, aqui não tem placa de proibido estacionar e desceram a multa mesmo assim.
Ele responde/pergunta: - De onde você é? Aonde mora? Multou seu carro? Tenta recorrer...





Para o meu espanto aquele cidadão que pensei que iria se condoer comigo estava era apoiando aquela chacina.
Estão errados os motoristas, estão errados, mas cadê a orientação, cadê a sinalização. São Paulo é uma cidade "Googol Voltz", a correria, a hora marcada, os problemas urbanos não deixam o cidadão de bem sequer pensar se pode parar ou não em um local, o que dá uma luz é a BENDITA DA PLACA.

Uma vez no Parque do Ibirapuera uma agente da Zona Azul acabou com o meu passeio, levei 15 minutos para achar o guichê, comprar o cartão e voltar no carro e então a pessoa já estava me multando.

Voltando para o Jardim São Paulo eu pergunto, adianta ficar multando as pessoas que vão parar lá agora nesse momento, mais tarde ou amanhã. Sempre vai ter um OFICIALMENTE DESAVISADO, tragado pela correria, tragado pelo dia a dia.