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quarta-feira, 28 de setembro de 2016
sábado, 30 de julho de 2016
Mídia Tietê
É notório o papel de uma mídia hegemônica que mantém na gaveta um problema posposto por uma administração de duas décadas.
Tal ausência midiática, incomum em gestões de esquerda, anestesia mentes e corações, ao ponto de deformar opiniões paulistanas as quais passam a aceitarem ser normal e comparável aos padrões europeus, um esgoto a céu aberto.
Tal ausência midiática, incomum em gestões de esquerda, anestesia mentes e corações, ao ponto de deformar opiniões paulistanas as quais passam a aceitarem ser normal e comparável aos padrões europeus, um esgoto a céu aberto.
quarta-feira, 30 de março de 2016
A Caravela do Golpe
Conselho da vovó: "Aproveite a cidadania, lá você conseguirá até lançar seu livro!"
Atravessaram o Atlântico para devolver a colônia; Serra, Aécio, Gilmar, Skaf (espectro), entre outros.
O Presidente português, Marcelo Rebelo de Souza, e o ex-primeiro-ministro de Portugal Pedro Passos Coelho correram.
"- É golpe!"
As "boas vindas" foram registradas nos broadcasts com as palavras de ordem #NaoVaiTerGolpe #Naopassarao!!
Um horror ao som do fado!
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
domingo, 27 de dezembro de 2015
Serra Nosferatu e os 120 anos do cinema
Por aqui já destacamos a indignação de Luke Skywalker ao descobrir que Paulinho é da Farsa...
Segue a vida, e segue também a sétima arte.
O cinema completa 120 anos e a ficção se confunde com a realidade.
Nosferatu-Serra
Serra-Nosferatu
Quem sugou nossas estatais, nossa hegemonia e agora voltou ao Senado para entregar o nosso Pré-Sal, nosso sangue e ouro negro?
Fiquemos com a realidade.
Segue a vida, e segue também a sétima arte.
O cinema completa 120 anos e a ficção se confunde com a realidade.
Nosferatu-Serra
Serra-Nosferatu
Quem sugou nossas estatais, nossa hegemonia e agora voltou ao Senado para entregar o nosso Pré-Sal, nosso sangue e ouro negro?
Fiquemos com a realidade.
domingo, 13 de dezembro de 2015
Globo tenta chamar para o golpe, mas manifestações fracassam: é o peso de carregar Cunha nas costas
por Rodrigo Vianna no Portal Fórum
As manifestações de 13 de dezembro, aniversário do AI-5, foram um fracasso Brasil afora. Foi a marcha dos gatos pingados.
Em Brasília...
E no Rio: multidão de gatos pingados...
Em Brasília, um imenso vazio em frente ao Congresso. No Rio, mais gente na praia do que no asfalto. Em Belo Horizonte, 400 manifestantes (que a essa altura devem estar pensando em buscar refúgio no Leblon, ou na base aérea de Claudio-MG, na fazenda dos Neves). No Norte e Nordeste, os atos a favor do golpe parlamentar foram ainda mais pífios.
As imagens mostravam o fracasso. Mas a Globo e a GloboNews repetiam a estratégia das manifestações anteriores: os repórteres usavam as imagens da manhã, como um "esquenta" para o ato na avenida Paulista, à tarde. A Globo convocava para o golpe; tudo a ver.
Se ainda faltava uma imagem símbolo para o golpismo coxinha de 2015, essa imagem apareceu na forma do enorme pato inflável levado para as manifestações: infantil e tosco, um símbolo dessa massa de classe média rancorosa e indigente.
E claro que São Paulo jamais decepciona. Na Paulista, o ato no início da tarde era um pouco maior do que em outros estados.
Mas antes mesmo de ter um balanço definitivo de São Paulo, arrisco-me a dizer que o 13 de dezembro deixou algo claro: Eduardo Cunha é agora um entrave para o golpe do impeachment. A presença dele no cenário cria ruído, dificulta a narrativa de que “o PT precisa sair do poder porque é o comandante da corrupção”.
Por isso, as manifestações se esvaziaram: o oportunismo de Cunha e de Temer tirou o discurso e o ânimo dos que querem afastar o PT do poder.
Não é à toa que Folha e O Globo, no mesmo fim-de-semana, saíram com editoriais quase idênticos, pedindo a saída… de Cunha. E não de Dilma.
Ou seja: para o tucanato e seus aliados na mídia, Cunha já cumpriu sua tarefa, abrindo o processo contra Dilma. Agora, ele precisa ser extirpado da cena. Com Eduardo Cunha no poder, não haverá gente na rua suficiente pra apoiar o golpe parlamentar.
Folha e O Globo passam a Cunha um recado que Temer não pode enviar: você virou um entrave para nossos planos.
O PSDB está agora numa enrascada: foi longe demais no golpismo. Não há ponto de retorno. Ou se abraça a Cunha para dar o golpe, ou parte para uma operação complicada: tirar Cunha do poder, a tempo de permitir um discurso coerente contra "a corrupção do PT".
Talvez, o "timing" já tenha se perdido. Mesmo com as manobras e a demora no trâmite, o processo na Câmara contra Dilma deve estar concluído até março, no máximo.
Haverá tempo de, com o recesso de fim de ano, afastar Cunha e eleger um novo presidente que possa dar alguma credibilidade ao golpe? Parece que não.
O 13 de dezembro de 2015 foi um fracasso. E ao mesmo tempo deixou claro que o impeachment, para ter apoio na rua, precisa ser precedido de uma operação de cassa a Eduardo Cunha.
O cenário, que já era ruim para o governo, torna-se imprevisível também para a oposição e FHC – sócios de um AI-5 fracassado.
As manifestações de 13 de dezembro, aniversário do AI-5, foram um fracasso Brasil afora. Foi a marcha dos gatos pingados.
Em Brasília...
Em Brasília, um imenso vazio em frente ao Congresso. No Rio, mais gente na praia do que no asfalto. Em Belo Horizonte, 400 manifestantes (que a essa altura devem estar pensando em buscar refúgio no Leblon, ou na base aérea de Claudio-MG, na fazenda dos Neves). No Norte e Nordeste, os atos a favor do golpe parlamentar foram ainda mais pífios.
As imagens mostravam o fracasso. Mas a Globo e a GloboNews repetiam a estratégia das manifestações anteriores: os repórteres usavam as imagens da manhã, como um "esquenta" para o ato na avenida Paulista, à tarde. A Globo convocava para o golpe; tudo a ver.
Se ainda faltava uma imagem símbolo para o golpismo coxinha de 2015, essa imagem apareceu na forma do enorme pato inflável levado para as manifestações: infantil e tosco, um símbolo dessa massa de classe média rancorosa e indigente.
E claro que São Paulo jamais decepciona. Na Paulista, o ato no início da tarde era um pouco maior do que em outros estados.
Mas antes mesmo de ter um balanço definitivo de São Paulo, arrisco-me a dizer que o 13 de dezembro deixou algo claro: Eduardo Cunha é agora um entrave para o golpe do impeachment. A presença dele no cenário cria ruído, dificulta a narrativa de que “o PT precisa sair do poder porque é o comandante da corrupção”.
Por isso, as manifestações se esvaziaram: o oportunismo de Cunha e de Temer tirou o discurso e o ânimo dos que querem afastar o PT do poder.
Não é à toa que Folha e O Globo, no mesmo fim-de-semana, saíram com editoriais quase idênticos, pedindo a saída… de Cunha. E não de Dilma.
Ou seja: para o tucanato e seus aliados na mídia, Cunha já cumpriu sua tarefa, abrindo o processo contra Dilma. Agora, ele precisa ser extirpado da cena. Com Eduardo Cunha no poder, não haverá gente na rua suficiente pra apoiar o golpe parlamentar.
Folha e O Globo passam a Cunha um recado que Temer não pode enviar: você virou um entrave para nossos planos.
O PSDB está agora numa enrascada: foi longe demais no golpismo. Não há ponto de retorno. Ou se abraça a Cunha para dar o golpe, ou parte para uma operação complicada: tirar Cunha do poder, a tempo de permitir um discurso coerente contra "a corrupção do PT".
Talvez, o "timing" já tenha se perdido. Mesmo com as manobras e a demora no trâmite, o processo na Câmara contra Dilma deve estar concluído até março, no máximo.
Haverá tempo de, com o recesso de fim de ano, afastar Cunha e eleger um novo presidente que possa dar alguma credibilidade ao golpe? Parece que não.
O 13 de dezembro de 2015 foi um fracasso. E ao mesmo tempo deixou claro que o impeachment, para ter apoio na rua, precisa ser precedido de uma operação de cassa a Eduardo Cunha.
O cenário, que já era ruim para o governo, torna-se imprevisível também para a oposição e FHC – sócios de um AI-5 fracassado.
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
FHC deu a Vale,
Serra bateu o martelo.
O surf na lama é livre, estourou na Samarco.
→ O Profeta FHC e as Previsões Feitas a Diplomacy EE UU
openermedia.blogspot.in
→ Como Serra e o FHC venderam o Brasil
conversaafiada.com.br
Serra bateu o martelo.
O surf na lama é livre, estourou na Samarco.
→ O Profeta FHC e as Previsões Feitas a Diplomacy EE UU
openermedia.blogspot.in
→ Como Serra e o FHC venderam o Brasil
conversaafiada.com.br
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Seguro Desemprego do Serra (Versão Globo)
Ficou célebre a frase "Uma mentira repetida mil vezes se torna-se verdade" ─ Joseph Goebbels.
Tantos fatos vividos no Brasil dá-me condições de parafraseá-lo, "Mas quando passa pela tela da Globo basta uma vez".
Assistindo um vídeo antigo, daquele jornal que pega o trabalhador brasileiro cansado depois de um abençoado dia de trabalho, jantado e já amortecido com uma ou duas novelinhas, pude até me comover com o então deputado federal apresentando o seu Projeto de Lei...
Serra é do bem, Serra é do bem...
Dentre as mentiras de José Serra; Luta contra a Ditadura, pai dos genéricos, a aqui tratada é a da criação do Seguro Desemprego.
Passados 26 anos, o vídeo abaixo é mais letal do que em 1989 quando foi produzido pela Central Globo de Notícias.
À época, sem internet e sem o devido respaldo do desfecho negativo do PL de Serra na Câmara, muitos foram enganados. Nos dias de hoje essa imagem solta na rede também engana e serve de combustível para as paródias do então senador.
Mentira tem perna curta, repare como mais essa do Serra é desmascarada no Amigos do Presidente Lula
(...)
Fomos então pesquisar a data exata da criação do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) já que Serra diz que foi uma emenda sua que propiciou a criação do fundo. Está lá nos anais da Câmara. O FAT foi criado pelo Projeto de Lei nº 991, de 1988, de autoria do deputado Jorge Uequed (PMDB-RS). O projeto diz textualmente: “DISCIPLINA A CONCESSÃO DO SEGURO DESEMPREGO, NA FORMA QUE ESPECIFICA, E DETERMINA OUTRAS PROVIDÊNCIAS. NOVA EMENTA: REGULA O PROGRAMA DO SEGURO DESEMPREGO, O ABONO SALARIAL, INSTITUI O FUNDO DE AMPARO AO TRABALHADOR - FAT, E DA OUTRAS PROVIDENCIAS”.
Como José Serra seguia insistindo em afirmar que foi ele o autor da lei que criou o FAT, fizemos então uma extensa pesquisa nos arquivos da Câmara dos Deputados da década de 80 e 90. Lá confirmamos que José Serra não está falando a verdade. Ele apresentou o projeto de lei nº 2.250, de 1989, com o objetivo de criar o Fundo de Amparo ao Trabalhador. Foi apresentado em 1989. Portanto, não foi na Constituinte, como ele diz. O seu projeto tramitou na casa e foi considerado PREJUDICADO pelo plenário da Câmara dos Deputados na sessão do dia 13 de dezembro de 1989. O resultado da tramitação pode ser visto no link abaixo, da Câmara Federal: (www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=201454). Os deputados consideraram o projeto prejudicado pelo fato de já ter sido apresentado o PL 991/1988, de autoria do deputado Jorge Uequed (PMDB). Ou seja, um ano antes de Serra já havia a proposta de criação do FAT.
Nem o FAT foi criado por Serra e nem o Seguro Desemprego “saiu do papel” por suas mãos, como afirma a sua propaganda. A campanha tucana sobre Serra ter criado o FAT e “vestir a camisa do trabalhador” está, portanto, toda ela baseada numa farsa e numa mentira. Escrito por Sérgio Cruz/Hora do Povo
Tantos fatos vividos no Brasil dá-me condições de parafraseá-lo, "Mas quando passa pela tela da Globo basta uma vez".
Assistindo um vídeo antigo, daquele jornal que pega o trabalhador brasileiro cansado depois de um abençoado dia de trabalho, jantado e já amortecido com uma ou duas novelinhas, pude até me comover com o então deputado federal apresentando o seu Projeto de Lei...
Serra é do bem, Serra é do bem...
Dentre as mentiras de José Serra; Luta contra a Ditadura, pai dos genéricos, a aqui tratada é a da criação do Seguro Desemprego.
Passados 26 anos, o vídeo abaixo é mais letal do que em 1989 quando foi produzido pela Central Globo de Notícias.
À época, sem internet e sem o devido respaldo do desfecho negativo do PL de Serra na Câmara, muitos foram enganados. Nos dias de hoje essa imagem solta na rede também engana e serve de combustível para as paródias do então senador.
Mentira tem perna curta, repare como mais essa do Serra é desmascarada no Amigos do Presidente Lula
(...)
Fomos então pesquisar a data exata da criação do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) já que Serra diz que foi uma emenda sua que propiciou a criação do fundo. Está lá nos anais da Câmara. O FAT foi criado pelo Projeto de Lei nº 991, de 1988, de autoria do deputado Jorge Uequed (PMDB-RS). O projeto diz textualmente: “DISCIPLINA A CONCESSÃO DO SEGURO DESEMPREGO, NA FORMA QUE ESPECIFICA, E DETERMINA OUTRAS PROVIDÊNCIAS. NOVA EMENTA: REGULA O PROGRAMA DO SEGURO DESEMPREGO, O ABONO SALARIAL, INSTITUI O FUNDO DE AMPARO AO TRABALHADOR - FAT, E DA OUTRAS PROVIDENCIAS”.
Como José Serra seguia insistindo em afirmar que foi ele o autor da lei que criou o FAT, fizemos então uma extensa pesquisa nos arquivos da Câmara dos Deputados da década de 80 e 90. Lá confirmamos que José Serra não está falando a verdade. Ele apresentou o projeto de lei nº 2.250, de 1989, com o objetivo de criar o Fundo de Amparo ao Trabalhador. Foi apresentado em 1989. Portanto, não foi na Constituinte, como ele diz. O seu projeto tramitou na casa e foi considerado PREJUDICADO pelo plenário da Câmara dos Deputados na sessão do dia 13 de dezembro de 1989. O resultado da tramitação pode ser visto no link abaixo, da Câmara Federal: (www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=201454). Os deputados consideraram o projeto prejudicado pelo fato de já ter sido apresentado o PL 991/1988, de autoria do deputado Jorge Uequed (PMDB). Ou seja, um ano antes de Serra já havia a proposta de criação do FAT.
Nem o FAT foi criado por Serra e nem o Seguro Desemprego “saiu do papel” por suas mãos, como afirma a sua propaganda. A campanha tucana sobre Serra ter criado o FAT e “vestir a camisa do trabalhador” está, portanto, toda ela baseada numa farsa e numa mentira. Escrito por Sérgio Cruz/Hora do Povo
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Mama!!
O dia 15 de Março de 2015 entrou definitivamente para a história do Brasil como o dia em que os filhos aprenderam tudo o que não presta com os pais, na rua.
Musas peladas, faixas de ódio, embriaguez midiática, tudo isso temperado a uma boa medida de síndrome de touro...
Aconteceu em algumas cidades, mas a vitrine, São Paulo, com seus raivosos, excedeu a todas com tudo de mais baixo e odioso disfarçado de protesto.
Em meio ao caos, nasce uma flor de direita. Em enlevo, raptada pelos "malvados de esquerda", fora "duramente" interrogada.
A relação entre ela e "Bohemian Rhapsody" começa com o homem que o tal protesto pensa que matou, passa pelo apelo à mãe, o frio na espinha pelo curral e vai...
Uma aula prática e teórica de pais para filhos em plena Av. Paulista, essa ainda, era mais sutil do que as outras matérias ali apresentadas, às quais moldarão futuros doutores do ódio.
terça-feira, 22 de abril de 2014
FHC
A quarta capa do livro O PRÍNCIPE DA PRIVATARIA, por Palmério Dória, trás algumas jóias do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso.
Entreguista, postular amnésico e utopista americano ocupa hoje o lugar de pior cabo eleitoral do país segundo o seu próprio par, Datafolha.
HERANÇAS DE UMA ERA
“Não honrou o nome do pai nem a tradição da família”
Barbosa Lima Sobrinho
”Este meu sobrinho não é de confiança”
General Felicíssimo Cardoso, tio de FHC, Promotor da Campanha Nacional de Defesa da Amazônia
”Rameira! Ponha-se daqui para fora!”
FHC à amante que comunicava sua gravidez
”Eles não agem como brasileiros”
Mauro Santayana, jornalista, sobre a equipe econômica de FHC
”A gente não precisa nem de um roubômetro: FHC com a privataria roubou 10 mil vezes mais que qualquer possibilidade de desvio do governo Lula”
Senador Roberto Requião, sobre a privataria tucana
”Estupidez político-estratégica”
Ricardo Ferreira, ex-técnico da Embratel, sobre o desmonte da Telebras
”Seu crime mais hediondo foi destruir a Alma Nacional, o sonho coletivo”
Aloysio Biondi, jornalista
”Comprou o mandato: 150 deputados, uma montanha de dinheiro pra fazer a reeleição”
Senador Pedro Simon
”Ficará como traidor do Brasil”
José Aparecido, político mineiro
segunda-feira, 31 de março de 2014
Imagine Um Terrenão Desses Nas Mãos Dos Tucanos?
Com os recentes exemplos do Parque do Povo e do Parque da Globo, a pergunta que fica no ar é a seguinte: "Imagine um terrenão desses nas mãos dos Tucanos?".
Com a falência do centenário Clube de Regatas Tietê, localizado na região do centro expandido da cidade de São Paulo, próximo a Ponte das Bandeiras, a prefeitura reassumiu o terreno de 50 mil metros quadrados e as já deterioradas instalações, para até o meio do ano entregar à população.
Num terreno de valor não menor que R$ 125.000.000,00 e excelente localização dá para conjecturar qual seria o seu destino não estando sua reposição dentro de um governo progressista como a atual administração Haddad.
A Gazeta Esportiva visitou o terreno de 50 mil metros quadrados, localizado no bairro da Ponte Pequena (Zona Norte), na última terça-feira. No período da tarde, funcionários trabalhavam na área antes ocupada pela agremiação fundada em 1907 – o campo de futebol e a pista de atletismo foram demolidos, mas parte dos equipamentos deve ser reaproveitada.
Defendido por grandes nomes do esporte brasileiro, como a tenista Maria Esther Bueno, ganhadora de 19 Grand Slams, e a nadadora Maria Lenk, ex-recordista mundial, além de Durval Guimarães, do tiro esportivo, e Álvaro de Oliveira Ribeiro, do atletismo, o Clube de Regatas Tietê ocupou o terreno durante 105 anos.
A Prefeitura de São Paulo, proprietária da área, decidiu não renovar o último período de concessão, encerrado em 2009. O clube, com dívidas de cerca de R$ 25 milhões, travou uma batalha judicial com o município durante três anos, mas, derrotado, foi obrigado a devolver o terreno oficialmente no dia 28 de novembro de 2012, quando era presidido por Lauro de Melo Carvalho.
A área, equipada com piscinas, ginásios, quadras poliesportivas e de tênis, passará a ser um centro esportivo municipal. De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação, a meta é abrir o local ao público o mais rápido possível, mas o terreno pode ser usado para receber os ensaios da cerimônia de abertura da Copa do Mundo.
“O Centro Esportivo Tietê está sendo recuperado para ser reaberto a toda a população. Devido à precariedade das instalações, o cronograma de obras vai até junho. Se for possível atender à cerimônia de abertura, simultaneamente à realização das obras, não haverá objeção. Mas a prioridade é a recuperação e reabertura para os moradores”, informou a assessoria de imprensa.
Enquanto as máquinas trabalham na demolição de parte do antigo clube, o arquiteto André Picciafuoco Navarenho, presidente da comissão gestora do Clube de Regatas Tietê de fevereiro e agosto de 2012, se refugia na Escola Aldo Baroncelli, que funcionou até dezembro de 2013 nas dependências da antiga agremiação.
O Palácio dos Esportes do Clube de Regatas Tietê passou a ser ocupado pela Faculdade Zumbi dos Palmares em 2009. A assessoria de imprensa da Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação confirmou à Gazeta Esportiva que a instituição continuará funcionando normalmente, o que desagrada aos antigos sócios da agremiação.
“A área inteira pertence à prefeitura. Se o clube, que é particular, foi obrigado a sair, por que a faculdade, que também é particular, não sai? O Tietê estava aqui há 105 anos. Os outros, que chegaram ontem, vão poder ficar? Eles estão em um prédio construído com o suado dinheiro dos associados”, reclamou Navarenho.
Fonte: http://www.gazetaesportiva.net
Com a falência do centenário Clube de Regatas Tietê, localizado na região do centro expandido da cidade de São Paulo, próximo a Ponte das Bandeiras, a prefeitura reassumiu o terreno de 50 mil metros quadrados e as já deterioradas instalações, para até o meio do ano entregar à população.
Num terreno de valor não menor que R$ 125.000.000,00 e excelente localização dá para conjecturar qual seria o seu destino não estando sua reposição dentro de um governo progressista como a atual administração Haddad.
A Gazeta Esportiva visitou o terreno de 50 mil metros quadrados, localizado no bairro da Ponte Pequena (Zona Norte), na última terça-feira. No período da tarde, funcionários trabalhavam na área antes ocupada pela agremiação fundada em 1907 – o campo de futebol e a pista de atletismo foram demolidos, mas parte dos equipamentos deve ser reaproveitada.
Defendido por grandes nomes do esporte brasileiro, como a tenista Maria Esther Bueno, ganhadora de 19 Grand Slams, e a nadadora Maria Lenk, ex-recordista mundial, além de Durval Guimarães, do tiro esportivo, e Álvaro de Oliveira Ribeiro, do atletismo, o Clube de Regatas Tietê ocupou o terreno durante 105 anos.
A Prefeitura de São Paulo, proprietária da área, decidiu não renovar o último período de concessão, encerrado em 2009. O clube, com dívidas de cerca de R$ 25 milhões, travou uma batalha judicial com o município durante três anos, mas, derrotado, foi obrigado a devolver o terreno oficialmente no dia 28 de novembro de 2012, quando era presidido por Lauro de Melo Carvalho.
A área, equipada com piscinas, ginásios, quadras poliesportivas e de tênis, passará a ser um centro esportivo municipal. De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação, a meta é abrir o local ao público o mais rápido possível, mas o terreno pode ser usado para receber os ensaios da cerimônia de abertura da Copa do Mundo.
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| Créditos: Fernando Dantas/Gazeta Press |
“O Centro Esportivo Tietê está sendo recuperado para ser reaberto a toda a população. Devido à precariedade das instalações, o cronograma de obras vai até junho. Se for possível atender à cerimônia de abertura, simultaneamente à realização das obras, não haverá objeção. Mas a prioridade é a recuperação e reabertura para os moradores”, informou a assessoria de imprensa.
Enquanto as máquinas trabalham na demolição de parte do antigo clube, o arquiteto André Picciafuoco Navarenho, presidente da comissão gestora do Clube de Regatas Tietê de fevereiro e agosto de 2012, se refugia na Escola Aldo Baroncelli, que funcionou até dezembro de 2013 nas dependências da antiga agremiação.
O Palácio dos Esportes do Clube de Regatas Tietê passou a ser ocupado pela Faculdade Zumbi dos Palmares em 2009. A assessoria de imprensa da Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação confirmou à Gazeta Esportiva que a instituição continuará funcionando normalmente, o que desagrada aos antigos sócios da agremiação.
“A área inteira pertence à prefeitura. Se o clube, que é particular, foi obrigado a sair, por que a faculdade, que também é particular, não sai? O Tietê estava aqui há 105 anos. Os outros, que chegaram ontem, vão poder ficar? Eles estão em um prédio construído com o suado dinheiro dos associados”, reclamou Navarenho.
Fonte: http://www.gazetaesportiva.net
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