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segunda-feira, 18 de abril de 2016

Um Encontro, muitas lições

Encontro com Juristas pela Legalidade e em Defesa da Democracia


Obrigado Prof. Francisco de Queiroz Bezerra Cavalcante, o sr. foi professor do governador do estado do Maranhão @FlavioDino e agora virtualmente me tornei seu aluno também.

"O Brasil não é nem uma pirâmide, o Brasil é uma tábua rasa que quando se pisa na madeira que está embaixo não tem problema algum, são os pobres, mas quando se toca com o pezinho no prego de ponta, que é a classe mais favorecia, os problemas surgem."   
 Prof. Francisco de Queiroz Bezerra Cavalcante




sexta-feira, 15 de abril de 2016

Para Lula seria cômodo e favorável

1992, uma combinação explosiva.

Compra da Record, incômodo com o crescimento protestante no Brasil, pressão da Globo e Promotoria controlada.

Foi o que bastou para que o bispo Edir Macedo fosse preso por pífias acusações.

Hoje, diferentemente dos anos 90, tanto o bispo como a própria Igreja Universal têm como se defenderem das calúnias e dos menos constantes ataques midiáticos através da vasta rede de comunicação encabeçada pela Rede Record.

Mas em 1992 era bem diferente, e pelas ondas e imagens da Globo uma maior parte dos brasileiros odiavam tanto o bispo como a IURD, mas Lula não.

Indo contra a maré de ódio, raiva e preconceito forjados pela grande mídia, o então, somente Lula, posicionou-se contra a barbárie acometida contra o líder da Universal.
Seria cômodo para Lula seguir a multidão influenciada pela mídia, seria favorável se colocar contra um então classificado "charlatão" e ganhar simpatia e votos da maioria católica, mas Lula da Silva preferiu a sensatez.

2016, uma combinação explosiva...

Na iminência do impeachment, sem crime, da presidenta Dilma Rousseff, o eterno presidente tira o seu chapéu, e com a mesma sensatez, agradece ao PRB.
Pode ir com a maré...


Fala do Lula aos 4'13"


P.S - Eu, pessoalmente, não culpo o bispo Edir Macedo, por quem tenho imenso respeito, pela situação comparada. Só expresso o que vejo.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Mapa da Democracia

Quem somos?

Somos mais de 54 milhões de brasileiros que foram às urnas em 2014 para exercer o direito de votar e queremos o seu apoio para defender a democracia. Somos milhões que não aceitamos ver em curso um golpe institucionalizado e a nossa Constituição Federal rasgada.

O impeachment é golpe porque não há base legal que incrimine a presidente Dilma Rousseff.

O processo que está em andamento na Câmara é como se julgasse a presidente por ter atrasado a fatura do cartão de crédito (ou seja, recursos para executar os programas sociais) e os bancos públicos (Caixa Econômica e Banco do Brasil) tivesse emprestado os recursos para não fechar a conta no vermelho. É isso que está no processo e não representa crime nenhum, senão 16 dos 27 governadores do país que também teriam cometido pedalas fiscais também estariam na mesma situação. Deixando claro que o processo de impeachment é de natureza política e não legal.

Impeachment neste caso é golpe na democracia. É golpe contra você.


Acesse a corrida contra o Golpe em tempo real → www.mapadademocracia.org.br

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Golpe Suave: como a CIA derruba governos democráticos

A técnica para derrubar governos de forma "suave" foi idealizada pelo cientista político e fundador da Instituição Albert Einstein, Gene Sharp. Baseados na não violência como ação política, a prática é utilizada há cerca de quinze anos pela CIA para derrubar governos considerados indesejáveis pelos Estados Unidos sem provocar indignação internacional. A práxis já foi empregada na Venezuela, em Honduras, no Paraguai e pode ser também observada nas "revoluções coloridas" no Oriente Médio. 






O jornalista e ativista político francês, Thierry Meyssan, em artigo publicado pela Rede Voltaire, aponta que "quando o golpe fomentado pela CIA na Venezuela falhou em abril de 2002, o Departamento de Estado também recorreu à Instituição Albert Einstein. Esta aconselhou os empresários durante a organização do referendo revogatório contra o presidente Hugo Chávez. Gene Sharp e sua equipe guiaram os líderes da Súmate durante manifestações de agosto de 2004. Seguindo a técnica que já se tornou clássica, estes últimos lançaram acusações de fraude eleitoral e exigiram a saída do presidente. Eles conseguiram levar para as ruas a burguesia de Caracas, mas o apoio popular ao governo Chávez foi demasiado forte para permitir que ele fosse derrubado. Assim, os observadores internacionais não puderam deixar de reconhecer a legalidade da vitória de Hugo Chávez".


A ideia central de Sharp se baseia no princípio de que todo governo se deve à obediência das pessoas e se estas não acatarem as ordens, os líderes não terão poder. A não violência que defende é de uma "guerra investida em outros meios" já que para ele, "a natureza da guerra mudou no século 21. (…) Nós combatemos com armas psicológicas, sociais, econômicas e políticas". Em seus livros Da ditadura à democracia e A política da ação não violenta estão descritos 198 métodos para derrubar governos por meio de golpes suaves. Para ele a guerra "corpo a corpo" não é eficaz porque implica enormes gastos econômicos.

1ª Etapa: abrandamento;
2ª Etapa: deslegitimação;
3ª Etapa: esquentamento da rua;
4ª Etapa: combinação de diversas formas de luta;
5ª Etapa: fratura institucional.

Fonte: vermelho.org.br

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Trask e Globo

X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido (no original, X-Men: Days of Future Past) é um filme de ficção científica de 2014, produzido e dirigido por Bryan Singer e distribuído pela 20th Century Fox. 

É o sétimo filme baseado nos super-heróis X-Men da Marvel Comics, servindo como uma continuação tanto de X-Men: The Last Stand (2006) quanto de X-Men: First Class (2011). O enredo, inspirado na saga "Dias de um Futuro Esquecido" (1981), por Chris Claremont e John Byrne. 

A trama se passa em dois períodos de tempo, com Wolverine viajando no tempo para 1973 tentando impedir um futuro distópico onde os mutantes foram exterminados pelos robôs Sentinelas. 




Vivemos dias em que Globo/Justiça podem tudo, caçam pessoas, partidos, presidentes, blogs, blogueiros...

E não é só aqui no Brasil é literalmente global, são os tentáculos do Império.
Na Argentina no último dia (29) o Aécio Neves argentino eleito com a força do Clarín, cancelou o sinal da Telesur. Tornando notório o que significa Ditadura na cartilha de Washingnton; 'Ditadura é toda ação enérgica tomada contra quem segue a cartilha, nunca ao contrário'.

Voltando para o filme, o cientista Bolivar Trask seria o espectro a não ser destruído, voltaram ao passado para isso.

Caso ele fosse destruído por Mutantes a retalhação seria infinitamente mais intensa e robôs Sentinelas não ofereceriam chances aos Mutantes do presente os quais seriam dizimados.

Não vou entrar em maiores detalhes aqui da situação das Organizações Globo quando o presidente Lula subiu a rampa pela primeira vez...

Poderia...

Mas creio que Deus sabe de todas as coisas.
Quem ou o que representaria os robôs Sentinelas nos dias de hoje, na iminência de um golpe?




domingo, 27 de março de 2016

Sementes de Golpe

"A quem interessar possa, a história é real. Obviamente o mandado não foi emitido pelo senador, mas sim pelo ministério público. Fato estranho por si só que comprova a fraqueza de nossos órgãos públicos por permitirem uma ação sem propósito e vazia como essa. A ação corre em sigilo de justiça, o caso encontra-se parado e depois de quase um ano ainda não recebi meus bens de volta. Não sou filiada a nenhum partido e não tenho nenhum interesse em difamar figuras públicas na internet. A grande revolta é pensar: mesmo se tivesse feito, isso seria motivo para tamanha invasão?" ─ Rebeca Mafra



O comentário acima foi feito pela jornalista Rebeca Mafra que teve o seu apartamento no Rio de Janeiro invadido em 2014 e está fixado no vídeo. Muito atual num momento em que vivemos na iminência de um novo Golpe.

Definição de Ministério Público: O Ministério Público (MP) é uma instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis (art.127, CF/88). 


Que Deus preserve nossas Instituições e que possamos contar com brasileiros que abominem toda a forma de golpe.



quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Quem pagou o pato?



Uma das declarações mais felizes da presidenta Dilma Rousseff nesse ano de 2015, marcado por intenso ataque foi sem dúvida a que diz respeito aos 'Moralistas sem moral'.

Após o 2° Turno em 2014, tivemos, terceiro, quarto, quinto...
Agora no, sei lá que Turno, a Fiesp dá ainda mais as caras apresentando na mini-manifestação de 13 de Dezembro da Av. Paulista em São Paulo em frente a sua sede, um pato gigante. O tema 'Não vou pagar o pato'.

Pois bem, vamos tirar a neblina midiática e lembrar que o presidente da Fiesp, sr. Paulo Skaf é filiado ao PMDB do Eduardo Cunha, o Partido mais complicado do país, o qual se tornou praticamente impossível explicar para qualquer observador internacional o que é (Imagino alguém de fora lendo sobre a participação do PMDB na atual política; ─ Who are you? Left or Right!!!).

Mas voltando à Fiesp, esta, paladinamente se identifica com seu presidente. 
Em 1964 às vésperas do Golpe, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) subornou o general Amaury Kruel, Ministro de Jango, para que se voltasse contra o presidente João Goulart.

Veja bem, não é, teria subornado, é subornou mesmo, e são palavras do Coronel reformado do Exército Erimá Pinheiro Moreira, de 89 anos na Comissão da Verdade da Câmara Municipal de São Paulo em 18/02/2014.

Com pequenas e rápidas pesquisas dá para ter uma dimensão do envolvimento da Fiesp com a Ditadura e o Golpe Civil Militar de 64, e a afirmação que fica não é "Não vou pagar o pato", mas sim a pergunta, depois de 1964 "Quem pagou o pato?".